Por Aurea Thatyanne Ferreira [Contém spoilers] No final do mês de março, a Netflix lançou a série “13 Reasons Why” (ou “Os 13 Porquês”) produzida pela própria empresa e baseada no livro homônimo do autor norte-americano Jay Asher. Na trama, a personagem principal Hannah Baker comete suicídio e conta sua história (e os caminhos que a levaram ao fim trágico) por meio de 13 fitas cassete, onde são apontados os ‘culpados’ pelo seu drama pessoal. Assim que lançada, a série teve grande audiência e repercussão, gerando em seguida muitos, muitos (e muitos!) debates. Fossem especialistas em seus sites e blogs, ou meros espectadores em suas páginas pessoais no Facebook, a internet pipocou com textos tecendo críticas - e também elogios. As argumentações, em sua maioria, giravam em torno dos temas do ‘bullying’, ‘depressão’ e ‘suicídio’ na adolescência, descritos inúmeras vezes como os “temas centrais” da produção. Alguns dados fundamentam quem assim descreve a série: depois de sua estreia...
Somos alunas e alunos da disciplina Tópicos Especiais em Ciência Política III - Mídia e Relações de Gênero do curso de Ciências Sociais da UFRJ. O objetivo desse blog é discutir a abordagem dos veículos de comunicação na cobertura de temas relacionados aos direitos humanos, com ênfase na questão de diversidade de gênero.